domingo, 21 de junho de 2009

(In)gratidão?

Tenho pensado, após algumas experiências, que existem duas questões importantes a se pensar sobre as pessoas. Uma delas são os ingratos e outra os que não agradecem. Parecem ser a mesma coisa mas não são, pois os que não agradecem são aqueles que não reconhecem nada do que é feito, até parece que tudo é obrigação, arrumar uma cama, lavar um copo, ou pequenas ajudas, não percebem que, para que eles sejam abençoados alguém teve que se sacrificar, trabalhando, se esforçando, mas, há pessoas que não percebem que a falta de gratidão fere, machuca, pois quando nos sacrificamos não esperamos muita coisa, apenas gratidão.

Eu sempre ensinei aos meus filhos que sempre espero gratidão e até por brincadeira eu estabelecia um período de gratidão, 1 dia, 1 semana, 1 mês, etc. Com o objetivo de sempre de despertar um senso de responsabilidade com aqueles que se sacrificam em prol da gente. Agora o ingrato é cruel, pois não existe nada pior do que aqueles que não valorizam tudo o que foi feito.


Nos dois casos a dor na alma é muito grande. A ingratidão está muito perto de nós. Não caia nessa cilada! Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus para conosco


Se Eu sou Pai, onde está minha honra? E, se Eu sou o Senhor, onde está o meu temor? Diz o Senhor dos Exércitos. Mal. 1:6


Pastor Natalino G. Prado Filho


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